Se todos os santos têm um padrão e por outro lado são padroeiros (ou "advogados") de alguma coisa, as imagens abaixo dão (também)alguma ideia de "quem" conta(va) com ele como patrono e para que "patrocínios".
João Paulo II não desconhecia nem a matriz brutal da ditadura de Pinochet nem as terríveis barbaridades cometidas a partir de 11 de Setembro de 1973, desde os assassinatos em massa e os fuzilamentos sumários até à tortura, mutilação e assassinatos sistemáticos que se praticaram nos calabouços da DINA elevando para milhares os "Detidos e Desaparecidos que um dos principais esbirros de Pinochet "empaquetaba"* e mandava atirar depois de helicóptero em pleno mar...
Do (quase) nada, um grupelho de putos e um "tio-avô" ignorante, ambicioso e senil repuseram Portugal nos padrões de instabilidade e desorganização económica e social da 1ª república. Em 2013, tal como há um século, o assunto e todo o assunto, a notícia e toda a notícia é o Governo, são as tricas, aspirações, ambições, quezílias e traições palacianas duma turba imatura, irresponsável e (mal)coordenada por um maestro senil, a ponto de se correr já o perigosíssimo risco de serem cada vez mais os/as salazarosebastianistas. Mas se "isso" regressar, que regressem também os tribunais plenários para julgar não só estra tropilha, mas também quem os (des)educou...
Compadecei-vos um pouco, são penas e provações a mais até para um pobre de espírito e é parca a paga, mesmo tratando-se do "reino dos céus". Relvas, coitado, chega a lembrar Jean Baptiste Grenouille, o personagem de "O Perfume" e as tramas em que acaba envolvido as de "O Pássaro Pintado" de Jerzy Kosinski.
Começa logo pelo pecado original de um apelido que mais parece um patronímico de "Casso" (it). Um homem chamado Cassola (Fernando Miguel Cassola etc. Relvas) é uma criatura improvável, condenada a uma dura luta pela sobrevivência do seu "ser social", sendo esta, muito provavelmente, uma das razões para os seus arremedos de peixeira e o tom de voz aflautado e acintoso.
Depois, porque escasso de identidade - tal como Jean Baptiste - já se secularizava como "Dr." quando mal terminara a primeira cadeira do primeiro ano:
"Na passada semana constatei que o ministro Miguel Relvas era afinal doutor bem antes de o ser. Em 2003 em inaugurações, provavelmente batizados, casamentos, presenças e afins, o "Dr." lá foi ficando gravado nas placas descerradas por esse país fora. Miguel espalhava magia a cada corda que puxava: o "Dr." aparecia a cada bandeira de município que aterrava aos seus pés, entre sorrisos e palminhas. Isto quatros anos antes de concluir a sua licenciatura - o bonito ano de 2007. Ano de grande sucesso académico para o doutor e certamente de muito estudo, clausura e dedicação. Lancei a iniciativa "rota dos doutores em placas de inauguração" e em poucos dias recebi (e-mail - 100refens@gmail.com ) fotografias interessantes. Houve no entanto uma que me chamou a atenção. Como não quero ser injusto e acusado de retirar mérito a quem o tem (?), fica a prova de que afinal o ministro Relvas era "Dr." já em 2002 em Murça e não apenas em 2003 em Esposende, como divulguei. Quase um ano de "douturismo" ( uma espécie de turismo do "Dr." em placas de inauguração) estava a ser sonegado a Miguel Relvas. Mea culpa. Fica o pedido público de desculpas ao Dr. Miguel Relvas e a garantia que, se me chegarem fotografias em que se confirme que V. Exa. era já "Dr." sete, oito, quinze, vinte ou trinta anos antes de se licenciar, agirei exatamente da mesma forma, com humildade.
Aos dignatários da 'casa olímpica' (e como diz o outro),
'Ide cuspir [olimpicamente] na sopa [ou na tumba] dos vossos pais'!!!
Os Portugueses filantrópicos que viveram no Brasil entre os séculos XIX e XX e aí estão enterrados, os fundadores de praticamente todos os organismos culturais ao tempo e dos quais grande parte ainda 'mexe', deram voltas no túmulo nesta quarta-feira; e nós, seus descendentes, vomitamos de nojo sobre tanto oportunismo e tanta ignorância sem vergonha...
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... estávamos nós convencidos de que se tinha atingido o limiar da (in)cultura com a atribuição do doutoramento honoris causa em literatura a Cavaco Silva!!!
Detidos desaparecidos (assassinados após tortura e até esquartejamento), tortura sistemática, violação de mulheres e homens, fazer violar mulheres por cães, introdução de ratos nos genitais das prisioneiras (e torturadas) femininas...
(a los 40 años del Golpe de Pinochet Ugarte y sus complices)...
(pouco depois, Salazar cairia da cadeira, para quem não sabe ou não se lembra),
pronunciava-se assim este futuro homem de estado:
“integrado no actual regime político; não exerço qualquer actividade política”
E no mesmo âmbito e momento, “delatava” o sogro e “renegava” a segunda mulher daquele:
“o sogro casou em segundas núpcias com Maria Mendes Vieira com quem reside e com quem o declarante não priva”
Ora vivendo o sogro com a sua mulher e com esta não privando este “regedor voluntário dos costumes”, tampouco privaria com o sogro; encontrar-se-ia com ele de fugida, na rua e às escondidas, quando muito.
- Mas que desprezível, biliosa e reptiliana (desculpem-me os répteis) atitude (nada que lhe não conheçamos, de resto, veja-se o discurso de vitória mais recente)
Por outro lado, PARABÉNS MARIA: Algumas mulheres revelam-se exímias a escolher o pai dos seus filhos e dos netos do(s) seu(s) pai(s)!
….eu também assinei a recente petição, mas pergunto-me se estamos a pedir a demissão deste “democrata
e professor-doutor” pelas razões mais atinentes e pertinentes. Lá fora
os critérios de escolha dos políticos são, mais que as habilitações académicas, o saber, a reputação e o carácter.
Ora, e como diz o ditado, a raposa muda de pele, mas não muda de
carácter.
...na senda dos estágios não remunerados, dos licenciados a trabalhar a recibo verde por 500€/mês, integrando um número crescente de jovens e menos jovens em relações de trabalho subordinado mas obrigados a colectarem-se como trabalhadores independentes e serem pagos miseravelmente, com a cumplicidade governativa, empregados/as de balcão licenciados/as (a nova moda das farmácias) e outras Novas Precaridades:
(+ uma) partilha do AT:
"Oferta
de emprego na área da restauração
Anúncio
no jornal: Somos um
restaurante casual no centro da cidade e estamos à procura de músicos para
tocarem de graça no nosso restaurante, podendo assim promover a sua música e
vender os seus CDs. Este não é um emprego diário, é apenas para eventos
especiais que eventualmente se tornarão eventos diários uma vez que a resposta
do público seja positiva. Preferimos que toquem Jazz, Rock, e outros ritmos mais
leves, de todo o mundo e de várias culturas. Está interessado em promover o seu
trabalho? Então comunique connosco o mais rápido
possível.
Resposta
de um candidato: Sou um músico, à
procura de um dono de restaurante que venha a minha casa promover o seu
restaurante ao fazer comida de graça para mim e para os meus amigos. Isto não
aconteceria diariamente, mas a princípio em eventos especiais, os quais poderão
eventualmente crescer e tornar-se em algo grande e diário, se a resposta for
positiva. Damos preferência a carnes de primeira e peixes frescos pescados na
nossa costa. Você está interessado em promover o seu restaurante? Então
comunique comigo urgentemente!"
Esta
mascarada enorme com
que o mundo nos aldraba, dura
enquanto o povo dorme, quando
ele acordar, acaba.
António Aleixo"
A ver o que faz agora Cavaco, se vai - finalmente - exercer uma Presidência da República conforme à Constituição democrática de 1976 ou se vai manter a sua delirante "Presidência do Conselho" conforme à constituição plebiscitada de 33...
A incompetência já levou à remodelação de todo o ministério da Economia. Só falta o ministro. Os poderes foram sendo subtraídos. O novo ministro Maduro ficou com pastas decisivas. O QREN mudou de mãos. Programas inventados e de satisfação de apenas alguns, muito poucos, explicam muita coisa. Não foi mais do que distribuir dinheiro avulso (...)"
Data: 22 de Abril de 2013 à56 18:44
Assunto: Fwd: COMEMORAÇÕES DO 25 DE
ABRIL
"Associação
25 de Abril não aceita convite para se fazer representar na sessão solene da
Assembleia da República , comemorativa do 39.º aniversário do 25 de
Abril.
COMUNICADO
Em
2012, a Associação 25 de Abril decidiu não aceitar o convite para se fazer
representar na sessão solene da Assembleia da República, comemorativa do 38.º
aniversário do 25 de Abril.
Tivemos,
então, oportunidade de justificar, no comunicado “Abril não desarma”, as razões
que nos levaram a essa decisão.
Porque
consideramos que essas razões não desapareceram, pelo contrário, terão sido
agravadas na generalidade e acrescidas de outras, decidiu a Direcção da
Associação 25 de Abril renovar a não aceitação do convite da Presidente da
Assembleia da República, para assistir à sessão solene comemorativa do 39.º
aniversário do 25 de Abril.
Não
relembrando as razões específicas que nos levam a esta decisão, reafirmamos
contudo que continuamos a considerar que:
-
A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime
democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República
Portuguesa;
-
O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo
político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores;
Porque
continuamos a acreditar na democracia, porque continuamos a considerar que os
problemas da democracia se resolvem com mais democracia, esclarecemos que a
nossa atitude não visa as Instituições de soberania democráticas, não
pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o
poder.
Por
isso reafirmamos, no momento difícil que Portugal continua a
atravessar:
-
A nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de
Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que
corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e
perenidade da Pátria portuguesa.
-
O nosso apelo ao povo português e a todas as suas expressões organizadas para
que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a
liberdade, a democracia.