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sábado, 2 de julho de 2016

A Comissária comissionista

Assim falou a comissária da Alta Autoridade para a Ética Financeira. Um bastião à desonestidade com a mesma dimensão do seu descaramento. Uma criatura que vimos mentir sem pestanejar nas comissões parlamentares e nas televisões (uma característica de sócio/psicopatas). 

Thatcher foi ridícula porque tinha um sentido de macroeconomia na dimensão das mercearias do pai em Grantham. Mas nessa dimensão, foi autêntica, foi ela própria. Já esta criatura, imensamente mais pequena, provinciana - e mercantilizável - surge-nos como uma versão tardia de Thatcher Nanuco ou Barbie 10 Downing Street e cujo sentido de socioeconomia  é da dimensão de uma qualquer cantina militar...

https://www.noticiasaominuto.com/economia/615974/se-psd-estivesse-no-governo-discussao-das-sancoes-nao-faria-sentido


"Se PSD estivesse no governo, discussão das sanções não faria sentido"

A antiga ministra das Finanças acusa o Governo de Costa de ter abalado a confiança no país.

Maria Luís Albuquerque antecipou a decisão da Comissão Europeia sobre as possíveis sanções a Portugal e garantiu que se os sociais-democratas estivessem no governo, “esta discussão não faria sentido” já que a “perda de credibilidade não teria acontecido”.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Benassoado Cavaco

Benassoado Cavaco: 

Eu sei que há aqui uma ou outra vogal fora da ordem, o que condiciona depois algumas consoantes, consoante  o condicionamento gramatical. Entenda-se, uma série da consoantes que se condicionam consoante, tal como aconteceu com a vida (política) de cavaco e consoante ora os tabus, ora as birras, ora a mais completa falta de honestidade, consoante mental condicionada/condicionadora, etc., e se este parágrafo faz pouco ou nenhum sentido, que raio de sentido pode fazer qualquer abordagem ao objecto visado, ora digam-me lá?!...

Ben (ou bem) assoado, a bem soado, abençoado, ou, para simplificar... o homem tem mão! Assim fosse ele a escolher melões e melancias.

Quinta-feira, 30 Jun 2016, pelas 10 da manhã, a "última hora" de diários, tablóides e Cª revelam que,



Convenhamos, O homem tem mão...



Sem prejuízo da presunção de inocência devida ao jovem director de um Museu, o da Presidência, cuja melhor relíquia atá há cerca de meio ano todos sabemos qual era (a "múmia"),  é a intemporalidade do "Discurso sobre o Filho da Puta" (Pimenta:1977):


"...  O pequeno filho da puta é sempre pequeno filho da puta; mas não há filho da puta, por pequeno que seja, que não tenha a sua própria grandeza, diz o pequeno filho da puta (...) todos os grandes filhos da puta são reproduções em ponto grande do pequeno filho da puta, diz o pequeno filho da puta (..) de resto, os filhos da puta não se medem aos palmos, diz o pequeno filho da puta."

"O grande filho da puta também em certos casos começa por ser um pequeno filho da puta, e não há filho da puta, por pequeno que seja, que não possa vir a ser um grande filho da puta, diz o grande filho da puta. no entanto, há filhos da puta que já nascem grandes e filhos da puta que nascem pequenos, diz o grande filho da puta; todos os pequenos filhos da puta são reproduções em ponto pequeno do grande filho da puta, diz o grande filho da puta; de resto, os filhos da puta não se medem aos palmos, diz o grande filho da puta; dentro do grande filho da puta estão em ideia todos os pequenos filhos da puta, diz o grande filho da puta (...)."





E acrescento eu, pondo um pouco mais de pimenta no assunto:
Diz-se por aí que há muitos pequenos e grandes "filhos da puta" que preferem as loiras; pois eu não vejo mal nenhum se um ou outro pequeno "filho da puta" preferir as altas!...
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Pimenta, Alberto. 1977. Discurso Sobre o Filho-da-Puta. Teorema. Lisboa. #pp 59

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

QUEM JULGARÁ A "CAVACADA"?...

"Absolutamente!                             

Aliás, foi um golpe corporativista - ou não fosse o P Passos um dilecto discípulo do salarazete de Boliqueime (...)"

Fotos da publicação de F. R. no 'grupo Apoio ao Doutor João Araujo, Advogado do Amigo Jose Socrates'





"A verdade:
A mim parece-me bastante claro. Quem quis a troika, foi quem chumbou o PEC4"
Marinho Osorio"


Isabel: Digam o que disserem essa é a verdade.

Maria: verdade verdadinha

Matias: Quem foi que derrubou o governo do PS, chumbando o PEC IV, tirando todas as possibilidades do governo se poder financiar!..
Marta: É só abutres.

Armandina: Quem derrubou o governor foi o coelho porque disse que estava pronto para desgovernar

Matias: Eles, PSD/CDS não querem assumir a desgraça em que colocaram o País e querem continuar mentindo descaradamente aos Portugueses negando tudo aquilo que fizeram ao povo!..
Armandina: Espero que o povo não, esteja esquecido das promessas do aldrabão, do coelho e companhia grandes aldrabes

Avelino: É verdade,já era tempo do PCP+BE,em vez de andarem a dizer blasfémias,pedirem perdão aos Portugueses,se o Governo é culpado de tudo que o povo sofre,eles também o são,foram eles que os lá puseram.

Alberto: Tudo correu desta forma...Agora só eu sou o culpado...Mas Outubro está a chegar com a boa nova

Goretti: Grande verdade

Arminda: o PS e PSD é que arruinaram o País e agora culpam outros, vergonha ???

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"Absolutamente!


Aliás, foi um golpe corporativista (ou não fosse o P Passos um dilecto discípulo do salarazete de Boliqueime): Como, de resto, a tal carta do Passos deixa bem à vista, este movimentou-se junto das "corporações", mormente a banqueira - e estas junto daquele, obviamente - para gerar um "movimento" que, também com a (já) típica participação de Cavaco (envolvido até ao pescoço mas a fazer de conta que não) viria depois, em bloco, esmagar um Primeiro-Ministro que acabaria por ver o seu próprio ministro das finanças a fazer coro com esse neo-corporativismo (há sempre um Conde Andeiro nestas coisas, chame-se ele Vasconcelos ou Teixeira dos Santos). 

Quando se sabe que nos 4 ou 5 países que, de alguma forma, estiveram sob resgate, Portugal foi aquele em que o apoio à banca exigiu mais volume (ou dinheiro) e tendo-se o Passos "aliado" a essa mesma banca ao pressionar para o resgate em 2011, torna-se óbvio a quem fazia o "frete" quer Passos, quer o PSD. 

Daí que se convoque Paulo Rangel para esta discussão: se o governo NÃO FOSSE PSD, teria havido uma investigação (ainda que meramente parlamentar) sobre essa golpada corporativista que "exigiu" o resgate e a 'troika'...


Por outro lado, esse investigação (meramente parlamentar que fosse), teria que recuar aos tempos em que Cavaco, o PR, não se coibia de condicionar a governação de Sócrates, criticando publicamente as medidas de austeridade e de contenção do seu governo, e inflamando grupos sócio-profissionais como o professorado, por exemplo, que desenvolveu no segundo governo de Sócrates e através das "novas tecnologias" a maior detracção e oposição "pessoalizada" jamais feita em Portugal contra um governante em particular. 

Atento o discurso hodierno de Cavaco, é legítimo perguntar o que o "movia" naquela época (e que, de resto, era o mesmo que o 'move' desde sempre).

Talvez a justiça não venha nunca a julgar a (plural e corporativa) "Cavacada" e o Povo - temo - também não. Mas a História não o(s) vai deixar impune(s)."

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ver tb:

segunda-feira, 30 de março de 2015

Cavaco, o Neo Evangelista

Os "Roteiros" de Cavaco Silva passarão a integrar a Bíblia, constituindo o que será o terceiro grande bloco bíblico, o "Neo-novo Testamento":
Um pio e fervoroso grupo de reconhecidos religiosos pátrios de sotaina, chapéu e sobretudo está a desenvolver as diligências próprias para que os "Roteiros" de Cavaco passem a integrar a Bíblia, e  depois de intensa discussão sobre o nome que deveria ser atribuído a este grupo de 'escrituras', se "O Neo-Míndrico", se "O Verborreuco", acabaria o conclave por optar por este último.
Com uma vida marcada pela austeridade, pela ascese, pelo celibato mental e pela militância oportuna, Cavaco aderiu pronta e ativamente aos "democratas novos" (ou neo-democratas) logo no "25 de Abril", aparecendo por isso retratado em algumas penúltimas e antepenúltimas ceias dos referidos "democratas novas" e tendo feito desde então, e pacientemente, o seu percurso, de acólito a diácono, de bispo auxiliar a bispo de bispos, até à sua elevação a neoprofeta e neoevangelizador.

Despojado - até de espírito - mísero [1] e messiânico - aliás, Cavaco é, desde a mitologia mesopotâmica, o primeiro 'messias' que, além de não ser cruxificado, vai morrer como nasceu, ancião - o seu religioso pontificado foi um verdadeiro Concílio do Neo:
 
- Neodemocrata oportuno, neoliberal precursor de neoliberais, foi ainda o criador da neossincresia XXI, quando integrou a Senhora de Fátima  - e  o Papa, por assistência remota - no Conselho de Estado e a ela submetendo o destino deste povo eleito que somos nós. Doseando sabiamente o seu tempo entre a pregação e o recolhimento de escriba, Cavaco vem lavrando, quer em homilias avulsas [2], quer em operosos volumes neorromânicos, os ensinamentos teológicos, os dogmas e as profecias que irão marcar este neomilénio e esta neoera.
...

[1] - Naqueles dias, respondeu assim Cavaco  à jornalista que lhe perguntou se não achou estranho o valor em 'bulas'  - também chamadas ações - que o seu condiscípulo Oliveira e Costa lhe deu a ganhar:

- "Eu era um mísero professor, minha Senhora"

 
 
E como podem constatar,  sequer preciso do meu discípulo Pedro para me negar três vezes.

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Resumo da estrutura da Bíblia Pós-Cavaco:

I - O 'Velho Testamento':

  - O Pentateuco (ou os Cinco lLvros de Moisés)
  - Os Livros Históricos (a história dos reinos, das guerras, etc.),
  - Os Livros Sapienciais ( a sabedoria dos hebreus),
  - Os Livros Proféticos (a preparação para a chegada do Messias)
 

II - O 'Novo Testamento'

  - Os Livros do Evangelho,
  - O Livro Histórico,
  - As Epístolas,
  - O Livros Profético
 

III - O 'Neonovo Testamento', segundo Cavaco:

 - O Verborreuco, ou Os Livros Históricos, Sapienciais e Proféticos, Volumes I a ?X dos Roteiros sincréticos de Cavaco,
- As Epístolas Discursivas de Cavaco, ou a narrativa disruptiva da definitiva e duradoura vitória do bem sobre o mal,
- e ainda uma ou outra monografia póstuma...

domingo, 5 de outubro de 2014

O Repetente

perguntam ao universitário quando havia já uns anos que este andava pela 'academia':
- afinal tu em que ano andas?

- no quarto! responde o universitário. E corrige de seguida:

- isto é, é o quarto ano que ando no primeiro...

                 Pese embora o caracter "corriqueiro" da anedota, ela refere e define, inevitavelmente, Cavaco Silva: Ao cabo de quase 40 anos na cena política, Cavaco continua a não ser um político.
 
Desde a governação até à politiquice, passando pelo seu proselitismo PSDista, Cavaco anda nisto há 4 décadas e ainda não é um político. Porque não obtém aproveitamento, não passa nos exames nem passa de ano...
 
Tudo isto seria apenas cómico, ou caricato, se não envolvesse o país ou se não nos prejudicasse a todos. Mas envolve e por isso, tragicamente, somos um país repetente, somos aquilo que tem na sua sebenta o repetente Cavaco, que há mais de 30 anos se mantém no mesmo ano, sem progredir, sem graduar e que continua a ter como matriz de modernidade e progresso a Vila Mariani (a Quinta da Coelha já é 'estrangeiro'; fica nas imediações dos Resorts cabo-verdianos do Dias Loureiro) ou o decrépito Citroen BX que um dia fez a rodagem desde Boliqueime (ou Montechoro) até à Figueira da Foz (http://tabusdecavaco.blogspot.pt/).
 
Não me surpreenderia que Cavaco regressasse à pré-primária, isto é, que a sua próxima candidatura seja a "presidente" dos jotas...
 
 

Cavaco nunca passará de uma 'entrada' no dicionário

Se lhe parece que o Mário Viegas disse isto a semana passada... tem andado distraído:
- Mário Viegas (infelizmente) faleceu em Abril de 1996;
- Mário Viegas falou assim em 1995 (há 20 anos);

Se lhe parece que o que diz Mário Viegas está actualizadíssimo, é desatento: 
- Cavaco está diferente; está agora muito pior que naquela altura...


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Rapa, Tira, Deixa e Põe


O que estes tipos tiram e retiram uns aos outros anda entre o risível e o improvável. Agora, ao Mesquita "retiraram o tapete". Não sei se o da porta de entrada, se o da saída do banho, se o do carro, mas não cabem dúvidas de que lhe retiraram literalmente o tapete. Um caso de polícia.

Quanto ao capacho (ou capachinho), não sei se nunca teve ou se já lho tinham retirado.


Em Elvas (abaixo) desenrolou-se um jogo de a ver quem retira mais aos 90 minutos, sem direito a prolongamento que acabou com um resultado de 2-1.

Francamente, valendo a confiança política destes socialistas e sociais-democratas ultra-neo-liberais tanto como a mais barata fancaria de uma loja dos chineses, parece-me um acto mesquinho.
Para o que vale, deixassem lá o homem ficar com a confiança política e caso fosse necessário um brinquedo igual para o socialista que se segue, isso compra-se em qualquer um desses outlets, stock-outs e stock-offs que por aí abundam, graças às últimas 3 décadas de (es)cavaquismos.

Ainda mais abaixo, outra birra pegada: retiramos a moção porque retiraram o jardim..

É pena, mas não esclarecem se também foi retirado o tapete ou a passadeira vermelha...

(´'O Cínico)


sábado, 22 de fevereiro de 2014

100 anos de regressão...

Do (quase) nada, um grupelho de putos e um "tio-avô" ignorante, ambicioso e senil repuseram Portugal nos padrões de instabilidade e desorganização económica e social da 1ª república. Em 2013, tal como há um século, o assunto e todo o assunto, a notícia e toda a notícia é o Governo, são as tricas, aspirações, ambições, quezílias e traições palacianas duma turba imatura, irresponsável e (mal)coordenada por um maestro senil, a ponto de se correr já o perigosíssimo risco de serem cada vez mais os/as salazarosebastianistas. 
Mas se "isso" regressar, que regressem também os tribunais plenários para julgar não só estra tropilha, mas também quem os (des)educou...

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Alto Comissariado para a Compaixão com Miguel Relvas

Compadecei-vos um pouco, são penas e provações a mais até para um pobre de espírito e é parca a paga, mesmo tratando-se do "reino dos céus". Relvas, coitado, chega a lembrar Jean Baptiste Grenouille, o personagem de "O Perfume" e as tramas em que acaba envolvido as de "O Pássaro Pintado" de Jerzy Kosinski.

Começa logo pelo pecado original de um apelido que mais parece um patronímico de "Casso" (it). Um homem chamado Cassola (Fernando Miguel Cassola etc. Relvas) é uma criatura improvável, condenada a uma dura luta pela sobrevivência do seu "ser social", sendo esta, muito provavelmente, uma das razões para os seus arremedos de peixeira e o tom de voz aflautado e acintoso.  

Depois, porque escasso de identidade - tal como Jean Baptiste -
já se secularizava como "Dr." quando mal terminara a primeira cadeira do primeiro ano:





"Na passada semana constatei que o ministro Miguel Relvas era afinal doutor bem antes de o ser. Em 2003 em    inaugurações, provavelmente batizados, casamentos, presenças e afins, o "Dr." lá foi ficando gravado nas placas descerradas por esse país fora. Miguel espalhava magia a cada corda que puxava: o "Dr." aparecia a cada bandeira de município que aterrava aos seus pés, entre sorrisos e palminhas. Isto quatros anos antes de concluir a sua licenciatura - o bonito ano de 2007. Ano de grande sucesso académico para o doutor e certamente de muito estudo, clausura e dedicação. Lancei a iniciativa "rota dos doutores em placas de inauguração" e em poucos dias recebi (e-mail - 100refens@gmail.com ) fotografias interessantes. Houve no entanto uma que me chamou a atenção. Como não quero ser injusto e acusado de retirar mérito a quem o tem (?), fica a prova de que afinal o ministro Relvas era "Dr." já em 2002 em Murça e não apenas em 2003 em Esposende, como divulguei. Quase um ano de "douturismo" ( uma espécie de turismo do "Dr." em placas de inauguração) estava a ser sonegado a Miguel Relvas. Mea culpa. Fica o pedido público de desculpas ao Dr. Miguel Relvas e a garantia que, se me chegarem fotografias em que se confirme que V. Exa. era já "Dr." sete, oito, quinze, vinte ou trinta anos antes de se licenciar, agirei exatamente da mesma forma, com humildade. 
Tiago Mesquita (www.expresso.PT)



Como consequência, estas dúvidas biográficas e identitárias ganham eco rapidamente nos meios sociais (https://www.youtube.com/watch?v=b7FcZjWPJAU).

Nascendo e sendo planeta e sem luz própria, teve que reunir artes de alquimista para ajudar a dar a [!] luz a "estrelas" opacas como Passos Coelho:


Perseguido e rechaçado por todos os lados, quando, complacente, tenta cooperar, nem que seja cantando, o mais que consegue é... balir:







sábado, 20 de julho de 2013

A coisa excelentíssima

Em 1967,

(pouco depois, Salazar cairia da cadeira, para quem não sabe ou não se lembra),

pronunciava-se assim este futuro homem de estado:


 “integrado no actual regime político; não exerço qualquer actividade política”


E no mesmo âmbito e momento, “delatava” o sogro e “renegava” a segunda mulher daquele:


“o sogro casou em segundas núpcias com Maria Mendes Vieira com quem reside e com quem o declarante não priva”
Ora vivendo o sogro com a sua mulher e com esta não privando este “regedor voluntário dos costumes”, tampouco privaria com o sogro; encontrar-se-ia com ele de fugida, na rua e às escondidas, quando muito.

 - Mas que desprezível, biliosa e reptiliana (desculpem-me os répteis) atitude (nada que lhe não conheçamos, de resto, veja-se o discurso de vitória mais recente)

Por outro lado, PARABÉNS MARIA: Algumas mulheres revelam-se exímias a escolher o pai dos seus filhos e dos netos do(s) seu(s) pai(s)!

….eu também assinei a recente petição, mas pergunto-me se estamos a pedir a demissão deste “democrata e professor-doutor” pelas razões mais atinentes e pertinentes. Lá fora os critérios de escolha dos políticos são, mais que as habilitações académicas, o saber, a reputação e o carácter. Ora, e como diz o ditado, a raposa muda de pele, mas não muda de carácter.

terça-feira, 2 de julho de 2013

E agora, Maria(s)?...

 
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/governo-tomada-de-posse-tvi24-paulo-portas-passos-coelho-demissao/1466341-4072.html


A ver o que faz agora Cavaco, se vai - finalmente - exercer uma Presidência da República conforme à Constituição democrática de 1976 ou se vai manter a sua delirante "Presidência do Conselho" conforme à constituição plebiscitada de 33...



quarta-feira, 27 de março de 2013

O Cavaco em cavacos

Afinal, em quantos Cavacos se (de)compõe - ou quantas caras tem - Cavaco?

Disse hoje Cavaco Silva, com aquele ar afectado de peça do museu de cera que costuma vestir para dizer banalidades, que as intrigas e as jogadas políticopartidárias não acrescentam um cêntimo à produção nacional e não criam um único emprego.
É verdade, assim falou Cavaco, o político cujos últimos 30 dos 40 anos em que nos vem brindando as ventas na cena política foram marcados pela intriga constante, desde os recorrentes Tabus de Cavaco, as inúmeras jogadas (deixem-nos trabalhar, etc.) contra a presidência de Mário Soares, além das graves intrigas urdidas na sua esfera a partir das forjadas Escutas a Belém e à Casa Civil. Cavaco, o PR em funções que esperou que Sócrates já não fosse primeiro ministro, isto é, que fosse um ex e estivesse longe, para o envolver numa acusação de deslealdade da qual este já se não podia defender. Cavaco, que até em torno dos espúrios negócios financeiro e imobiliário que fez com o seu amigo e antigo secretário-de-estado tentou gerar intrigas, além de se afirmar mais sério que qualquer outro português. Cavaco, o vingativo intriguista que atirou sobejas caneladas ao governo de Santana Lopes...
Cavaco, enfim, que chegou ao famigerado congresso da Figueira da Foz tripulando um BX em rodagem mas também uma teia de intrigas urdida contra Pinto Balsemão (Mota Pinto secumbira meses antes triturado pela mesma máquina da intriga) para lograr um desiderato de derrube - ascenção que aconteceria nesse mesmo fim-de-semana.
Cavaco, o sacralizado mestre da intriga e do tabu, vem dizer agora e ao cabo de mais de três décadas desse exercício,  que as intrigas não acrescentam. Porque sabe, sem dúvida, do que fala.
O Cínico

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

CAVACO PR ou o (NEO) CORPORATIVISMO DOS MEDROSOS

CAVACO PR ou o (NEO) CORPORATIVISMO DOS MERD...perdão, MEDROSOS:

A forma como este "presidente" consentiu as comemorações do dia da República envergonharia a Júlio César ou a qualquer um dos senadores da Roma antiga. Um homem inculto, ignorante, mesquinho, "insincero", medroso, cobarde, medíocremente formado, narcisista, ideossincrático e megalómano, refugia-se intra-muros com o seu (neo)corporativismo de sobrevivência política e fazendo desta a sua máxima consular: O Exército (ou as polícias, fardadas ou à paisana) pode passar o Rubicão; O Povo é que não!



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Políticos de Bataclan *

* ou como diz Medina Carreira, "casas de mulheres de má-vida"
Rubrica: ALMANAQUE DA MEDIOCRIDADE


(ou como a uma "barata tonta" se junta rapidamente um "zangão castrado")
"O laborioso currículo profissional da "formiga" Miguel Macedo

Vejam o currículo profissional do ministro que disse que em Portugal há cigarras a mais e formigas a menos:

· Deputado nas V, VI, VII, VIII, X e XI Legislaturas

· Secretário de Estado da Juventude (1990-1991);

· Vereador da Câmara Municipal de Braga (1993-1997);

· Secretário de Estado da Justiça nos XV e XVI Governos Constitucionais (2002-2005);

· Secretário-Geral do PSD (2005-2007);

· Membro da Assembleia Municipal de Braga

· Líder Parlamentar do PSD (2010-2011);

Como diz o povo, este senhor "nunca fez nada na puta da vida" a não ser encostar o cu às cadeiras do OE. E é um artista destes que sugere que o povo português é formado maioritariamente por gandulos e preguiçosos?

...Bem, o rapaz, como convém aos deputados, ainda é sócio de um escritório de advogados e de uma consultora.

Esta formiguinha exemplar foi afinal a cigarra que em tempos declarou ao Tribunal Constitucional que tinha uma casa em Lisboa, onde vivia, mas para sacar aos portugueses um subsídio de residência, declarou que morava em Braga..."
compil e-mails circulados